Prazos para guardar documentos

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· Imposto de Renda, IPTU, IPVA – 05 anos, contados a partir do primeiro dia útil do ano seguinte do pagamento;

· Contas de água, luz, telefone e gás – 05 anos;

· Planos de Saúde – 05 anos. Planos de Saúde entendem-se por aqueles em que o consumidor só pode escolher os médicos da rede credenciada pelo plano.

· Pagamento de Condomínio – 05 anos. É recomendável pedir periodicamente (a cada 12 meses) à administradora do condomínio uma declaração de que não existem débitos;

· Mensalidades Escolares – 05 anos;

· Financiamento / Prestação da Casa – 05 anos. O registro da escritura definitiva em cartório é a prova de plena e irrevogável quitação do imóvel;

· Faturas de Cartão de Crédito – 05 anos, para se prevenir de eventuais lançamentos indevidos e/ou cobranças em duplicidade por parte das administradoras de cartão de crédito;

· Notas de Serviço de profissionais liberais (encanador, advogado, médico particular etc) – 05 anos;

· Contratos de Aluguel – 03 anos;

· Contratos de Seguro (incluindo Seguro Saúde) – 01 ano, a partir do primeiro pagamento de cada mensalidade. Seguro Saúde entende-se por aquele em que o consumidor tem a opção de escolher livremente o seu médico, tendo direito a reembolso de parte do valor da consulta;

· Consórcio – até a quitação do débito total que ocorre com a entrega da carta de liberação da alienação fiduciária;
· Nota Fiscal – deve ser guardada não somente pelo prazo da garantia, mas pelo prazo de vida útil do produto para que o consumidor se resguarde de qualquer vício oculto de fabricação;

· INSS autônomo – até a aposentadoria, a fim de evitar qualquer tipo de dúvida quanto ao efetivo tempo de serviço e contribuição;

· Serviços Bancários – comprovantes de depósito – só após comprovar que o dinheiro está mesmo na conta.

De qualquer forma, caso o fornecedor alegue que uma conta antiga não tenha sido paga pelo consumidor e este não disponha mais de comprovante, apesar de tê-la pago, ainda assim o consumidor poderá pedir a inversão do ônus da prova, ou seja, o fornecedor terá que provar que a conta não foi paga. O consumidor que paga essas contas automaticamente pelo banco já tem a comprovação de pagamento.

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